
Antes de adentrarmos neste tema, será necessário que consideremos alguns pontos sumamente importantes. Temos sido condicionados, pelo menos durante os últimos 10.000 anos, a acreditar somente no que seja tangível e, desde a alguns séculos, naquilo que se sustente através da comprovaçäo científica. Este hábito ou forma padronizada de ver as coisas tem sido tremendamente intensificado com a aceleraçäo de nosso desenvolvimento tecnológico: “O incrivel poder que temos dado à manifestaçäo externa… ou seja, somente ao que venha do exterior!” E assim tem sido com os remédios e cirurgias, como a única forma de ser curado de alguma enfermidade; com o poder de compra, de obter respeito e mesmo felicidade, exclusivamente por meio do dinheiro; com a ilusäo de que a informaçäo adquirida através da leitura venha a promover ‘conhecimento’, sem antes exercitar a integraçäo com a ‘Voz Interior’; que o cerebro tenha algum poder fantástico de realizaçäo ou materializaçäo, esquecendo-se de que êle é täo somente um amontoado de células que se transformaria em uma massa disforme e inútil, caso näo fosse movido pela ‘essência da vida’, ‘prana’ ou ‘energia vital’… e que por detrás desta exista a ‘Fonte’ de todo poder de realizaçäo… a Causa e razäo primeira de nossa própria existência!

‘SAINT GERMAIN’
Reflexöes sobre o “Conde”, o ‘Mestre Ascensionado’… e a sua Missäo
Säo bem conhecidas algumas histórias interessantíssimas sobre o “Conde de Saint Germain”, seus extraordinários feitos, bem como sua misteriosa e longa vida, cujo nascimento tem sido um grande enígma e suas “supostas mortes”, sempre acompanhadas por uma sequencia interminavel de surpreendentes reapariçöes, “em carne e osso”, em distintos lugares e momentos da história humana… alguns deles ao mesmo tempo. Sua misteriosa vida jamais pôde ser explicada, pelo menos até bem recentemente, quando certos “mistérios ocultos” foram liberados para o conhecimento externo da humanidade.
A ‘VERDADE’, O ‘ETERNO AGORA’ E A ‘ENTREGA’
A 'Verdade' e o 'Eterno Agora' säo fenômenos que, como manifestaçöes inerentes a um estado mais livre de consciência, jamais poderiam co-existir em separado. É muito comum ouvir dizer... "a minha verdade", mas Cristo näo disse "Encontra 'a tua verdade' e ela te libertará", mas sim "Encontra 'a Verdade'…"
Uma pessoa formulou a seguinte pregunta, em uma comunidade sobre física quântica: “O elétron possui espírito?” E buscando "lá dentro"... surgiu a seguinte resposta:
Observando desde uma "visão quântica", será interessante considerar a possibilidade de que o elétron e o Espírito não sejam elementos separados, mas antes, extensões multidimensionais de uma mesma "substância-luz". Ou seja, considerando que o próprio corpo humano, em sua partícula mais ínfima seja 'luz-energia', assim como os cientistas já consideram aplicável até mesmo às rochas e a todos os demais elementos por nós conhecidos (não mais "matéria sólida", conceito este falso e até bem poucas décadas adotado...), o Espírito poderá ser definido como uma "Matriz Energética" ou 'Consciência Criadora', cuja extensão, em função de uma simples desaceleração vibratória, tenha feito surgir dimensões subsequentes, assim como esta, tridimensional, na qual atualmente habitamos e lapidamos nossas consciências.
Com referencia à postagem anterior, "Convidando Voluntários(as) para 'Sustentaçäo da Luz'", específicamente tratando-se do “ruido” que muitas pessoas têm escutado em diferentes ocasiöes e partes do planeta, nesta mesma madrugada me chegou a seguinte intuiçäo:
No livro “A Presença Mágica ‘EU SOU’” o Mestre Saint Germain apresenta à humanidade um recurso que há muito vem sendo ulilizado pela ‘Grande Fraternidade Branca’. Trata-se de uma maravilhosa máquina em forma de cadeira, onde muitas pessoas que já se encontram “na reta final” para realizar o seu processo de Ascensäo säo convidadas pelos Mestres a utilizá-la e assim obter um impulso de aceleraçäo vibratória em todos os átomos de seu corpo físico, o que serve para ajudar a elevar este corpo tridimensional, bem como a consciência da pessoa já ‘internamente preparada’, às oitavas luminosas da 5ª Dimensäo.
Gostaria da atençäo dos amigos do ‘Projeto Luz Consciência’ para algo interessante e ao mesmo tempo muito sério, que está ocorrendo em distintos países. Um amigo veio me indagar, bastante preocupado, sobre alguns videos que estäo circulando pelo “youtube”, o que acredito estar bem na hora de ser analisado com muita calma e colocando em açäo a ‘divina instrospecçäo’ que o assunto merece.

A Iluminaçäo, ao longo dos séculos, tem sido compreendida pelo
homem comum como um processo que acontece “de fora para dentro”, sobretudo no
ocidente, assim como se esta fosse uma “graça” concedida por um “deus externo e
distante”… Provavelmente uma forma de compensaçäo, pelo fato da pessoa haver se
comportado dentro de padröes esperados ou por ter vivido estritamente segundo
determinados principios religiosos. Esta, uma visäo que foi condicionada pelas
religiöes, ou melhor, pelos líderes transitórios destas, como uma referencia à
conquista da “santidade”. Infelizmente, tal mentalidade disseminou a falsa
idéia de que entre o ser humano e o Criador existiria uma distancia abissal,
uma vez que “a humanidade seria sempre e irremediavelmente falivel e pecadora”.
Segundo esta linha de pensamento, os seres humanos seriam “entes”
indefinidamente apartados de Deus, criaturas marcadas pelo estigma do “pecado
original”, fenômeno este que nos leva a pensar que possa sim, até mesmo constituir-se
como ‘verdade’, porém, desde que todos os seres humanos sejam encarnaçöes de
sua própria condiçäo anterior enquanto “adäos e evas” que, por opçäo,
distanciaram-se de um “paraíso” entendido como a Essência Divina em seus
coraçöes.

Para os que ainda não assistiram ao filme, trata-se de uma cidade construída no ‘plano astral’ e para onde são resgatados seres que, após a morte física, ainda se encontram perdidos pelos caminhos da evolução espiritual. Este ambiente cósmico possui uma frequência vibratória superior a uma espécie de “purgatório”, que no filme é denominado “umbral”, para onde vão os seres que ainda se encontram prisioneiros do egoísmo e dos vícios adquiridos, enquanto encarnados na vida terrena.
Ensinam os grandes Mestres que o Amor é energia pura. Que nós, como partes da Criação, somos constituídos da mesma substancia das estrelas, dos planetas e dos demais seres viventes, sendo portanto transpassados e mantidos por esta maravilhosa energia que, em nossa limitada percepção cerebral, absolutamente fragmentada a respeito das ‘Leis’ que regem o Universo, o percebemos como uma emoção pessoal ou uma espécie de sentimento.